Uma filosofia de forma simples e concreta, sobretudo, uma filosofia clara.
Foi a ciência proposta por Descartes. Um método universal, inspirado no rigor matemático e racionalista.
Esta ciência que aqui chamaremos de método (como o próprio René Descartes a dominou), em que fundamento principal consiste na pesquisa da verdade. Tudo deve haver um fundamento para provar a verdade, fundamento este que deve ser baseado em coisas reais e existentes em um universo real.
Descartes instituiu a dúvida: Só se pode dizer que existe aquilo que puder ser provado. Sendo o ato de duvidar indubitável (evidente, sem dúvidas).
Nisto, Descartes tenta provar a existência do seu próprio eu. Eu que penso, logo existo
Descartes dividiu o método cartesiano em 4 etapas..
- Verificar se existem evidências reais e indubitáveis acerca do fenômeno ou coisa estudada;
- Analisar, ou seja, dividir ao máximo as coisas, em suas unidades mais simples e estudar essas coisas mais simples;
- Sintetizar, ou seja, agrupar novamente as unidades estudadas em um todo verdadeiro;
- Enumerar todas as conclusões e princípios utilizados, a fim de manter a ordem do pensamento,
Seria então uma verdade única, geral e absoluta.
Bastaria Verificar, analisar, sintetizar e enumerar para chegar a uma conclusão concreta e absoluta. Sem brechas para novos parâmetros, sem a possibilidade de abstração.
Se seguíssemos por este método, não conseguiríamos chegar hoje ao estudo transdisciplinar.
Entretanto, René Descartes deixou grandes contribuições para as ciências exatas. Embora superada pela metodologia de Newton, quando dizia que por ser pleno não era possível haver o vácuo no universo.
Descartes dividia a realidade em res cogitans res extensa (consciência e mente x matéria).
Possivelmente, Freud sucedeu essa realidade quando definiu id, ego e superego.
Pra mim, vale mais abstrair e pensar nas diversas possibilidades que as ocasiões e circunstâncias podem trazer. Se partíssemos todos do pensamento cartesiano, as possibilidades de imaginar e pensar seriam ínfimas.
Estabeleci aqui a relação entre abstração, transdiciplinaridade, Freud e Pensamento Cartesiano.
Possivelmente, Freud sucedeu essa realidade quando definiu id, ego e superego.
Pra mim, vale mais abstrair e pensar nas diversas possibilidades que as ocasiões e circunstâncias podem trazer. Se partíssemos todos do pensamento cartesiano, as possibilidades de imaginar e pensar seriam ínfimas.
Estabeleci aqui a relação entre abstração, transdiciplinaridade, Freud e Pensamento Cartesiano.